terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Tapiocando com fé eu vou…

Já há muito tempo venho tentando “tapiocar”, mas nunca tinha conseguido nada além de uma “lama de polvilho”. Para acabar de vez com meu dilema: enfrentar ou desistir , decidi colocar a mão na massa literalmente e tentar tudo na minha nova produção. Nunca achei uma receita que funcionasse pra mim, até o dia que resolvi aceitar os conselhos da minha mãe e ir misturando a água e o polvilho bem devagar. Era preciso aprender a ter paciência, “entender o polvilho”, criar uma relação de carinho com a massa; todavia eu, Alessandra, que não sinto falta de nenhum processo demorado na cozinha, fui me rendendo e aprendendo… vocês não imaginam a sujeira e as risadas… por último, eu misturava um pouco de água na massa, peneirava e fazia uma única tapioca para ver dava para comer/morder; mas com muita paciência e dedicação, fui conseguindo, e as últimas já ficavam enroladas - quando provei a minha primeira tapioca que consegui enrolar, me senti tão feliz, que quase gritei de alegria: Aleluia, Deus é brasileiro mesmo!!!

Evolução das minhas  tapiocas em fotos:

As primeiras nem enrolavam, as seguintes tinham que ser presas…
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Na sequência, a coisa ia melhorando, já dava pra colocar queijo dentro e fingir que enrolava - eu tinha às vezes que pincelá-las com água e esquentar no microondas para conseguir comer :-).
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E as últimas já estão saindo assim: LINDAS E ENROLADAS, falta só acertar melhor na quantidade de água.
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E agora atenção: minha grande conquista culinária escondida em uma Tupperware de verdade :-).
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E SALVE OS CONSELHOS DE MÃE, MINHA GENTE!